Thaïs Responde

Perguntas e Respostas

Pergunta: Relacionamento

  • Estou em contato com um homem por aqui há um mês. Temos o nosso horário de bate papo à noite.

    Ele escreveu-me dizendo que o meu perfil chamou sua atenção, pois lá contei tudo o que ele buscava em um relacionamento a dois.

    Mas minha dificuldade é a distância, ele é de Portugal, e às vezes temos a nossa diferença de horário, o que é cedo aqui é tarde lá, mesmo assim,de vez em quando ele me espera entrar na internet, sendo lá madrugada.

    Essa semana senti que ele está distante. Nem bom dia me manda, mas tem dias que mando e ele me responde carinhoso.

    Ultimamente, às vezes me chama de querida e outras de colega. Quando sou chamada de colega, respondo com o mesmo termo. Sabe que não gosto de me envolver com homens de outros paises, já tive essa experiência, não dá em nada.

    Recebo muitos e-mails de fora, mas nem respondo, mas esse realmente me empolgou, tinhamos muita coisa em comum, para mim só faltou a escolaridade (superior).

    Agora fico sem saber se continuo mandando e-mails, bom dia ou boa noite ou algo mais.

    Não sei qual atitude ou procedimento tomar.

    Grata,
    Xuma

  • 27/05/2008

Resposta

    Xuma,

    Se notou alguma modificação no comportamento dele e isso não durou só alguns dias, aconselho-a a não dar prosseguimento a esse relacionamento. Pelo menos, deixe que seja dele a próxima iniciativa de aproximação. (Não mande e-mails, nem bom dia, nem boa noite, ok? Não seja excessiva. As pessoas se sentem assediadas e começam a superestimar).

    Quanto à distância, já tomei conhecimento de relacionamentos bem sucedidos, assim como de contatos que não deram em nada. Uma usuária, excessivamente autoconfiante (que se julgava superior a tudo e a todos), se correspondeu durante mais de um ano com alguém que se dizia australiano. Ele ficou de vir conhecê-la e nas três vezes combinadas alegou impedimentos plausíveis e não apareceu.

    Ele iria abrir um hotel na França e lhe dizia que a queria perto dele. Ela vivia em função desse relacionamento virtual, chegando a preparar-se para ir morar fora. De repente, nunca mais telefonou nem mandou e-mails.

    Uma das filhas (filhas, mesmo?), foi encontrada no msn, e disse a ela que o pai havia morrido. Por vários detalhes dos quais tomei conhecimento, nunca cheguei a acreditar nessa história. Por carência e ingenuidade, ela sofreu e ficou deprimida por um tempo. Recuperou-se rápido e recomeçou suas buscas, dessa vez menos carente e com mais experiência de vida.

    Abraços,
    Thaïs



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