Há quem diga que ele é necessário, inevitável ou até que ele “tempera” as relações. Quando não existe, muitos sentem falta: “será desamor?”, questionam. Quando existe, pode ser leve, moderado, excessivo, doentio. Pode provocar brigas, gerar mal-entendidos e até separações. Gostando dele ou não, qualquer um de nós o conhece muito bem. Afinal de contas, que atire a primeira pedra quem nunca teve ciúme de alguém! (...)